sábado, 29 de março de 2014

Continuação. 34 de n.

Quando tinha 16 anos, compus uma quadrinha e a encontrei agora entre os papéis de minha mãe, era assim:

Nunca nada é sempre,
Tudo sempre é quase,
Nada no mundo é tudo,
Tudo, no fundo, é fase.

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