BH.
Deixe-me que me apresente, meu amigo. Sim, porque neste lugar - imaginário como Sefarad - conto que só amigos terei. Alguém que não tenha lido com atenção a primeira parte desta história, poderia perguntar: qual a necessidade de se apresentar para um amigo?
A explicação, tal como fazem os rabinos, vem em forma de outra pergunta: existe essa coisa chamada amizade? Apesar de este ser um lugar antipático para pensar coisas assim, não consigo evitar, como história do escorpião...
Mas não precisamos decidir nada agora - nem nos apresentamos - e tem outra coisa, mesmo que a resposta seja positiva, caberia uma outra: ela vale para um marrano?
Muito prazer, meu amigo, eu me chamo Alfredo Franch, meu nome judaico seria Yirmiahu Brayner (1), eu sou um marrano.
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(1) Jeremias Brayner
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