domingo, 8 de junho de 2014

Continuação. 114 de n.

Para provar que eu não estava mentindo.

A dialética marxista permite defender uma tese e o seu contrário, sempre que no entender dos guias iluminados do partido, isso seja conveniente para fazer avançar o processo revolucionário.
Não existe essa coisa chamada de moral burguesa.

Agora o modelo do Sarah é defendido pelo partido do poder, que enfrenta resistências dentro das próprias hostes esquerdistas. Os opositores não alcançaram o aspecto positivo do modelo: permitir ao partido gerir recursos públicos, livres das amarras da fiscalização pública criada pela democracia burguesa.

Vejam só:


Comunidade da UFPR barra privatização do HC em sessão do Conselho Universitário

Publicado: junho 5, 2014 em Sem categoria
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A retirada de 17 conselheiros – três docentes, cinco técnicos administrativos e nove estudantes – foi o real motivo para a não realização da sessão do Conselho Universitário (COUN) da UFPR, convocada para ontem, terça-feira (4), no prédio da Procuradoria Federal do Ministério Público (Marechal Deodoro).
A saída desses integrantes da comunidade universitária inviabilizou a sessão, já que não houve quórum mínimo necessário, mesmo com a presença de 45 conselheiros, que já haviam entrado no prédio antes do início do protesto da comunidade universitária.
A reunião, convocada pelo reitor Zaki Akel Sobrinho, tinha como pauta a votação da proposta da Reitoria, de adesão à EBSERH – Empresa Brasileira de Serviços Hospitares. Se aprovada, a Empresa assumiria a gestão do Hospital de Clínicas.
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A ebserh é a instituição copiada do modelo do Sarah que deve, mais dia, menos dia, assumir o controle de todos os hospitais universitários federais do país.

A propósito, está marcado para amanhã um ato público contra a "privatização" do Sarah, digo, do HC/UFPR...

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